Texto por Colaborador: A. Rother 16/06/2026 - 12:27

O Liverpool vive um momento de transição delicado e a próxima onda de transferências não deve acontecer de imediato. A chegada de Andoni Iraola trouxe uma filosofia de alta intensidade e pressão, mas também uma estratégia mais cautelosa.

As saídas de Mohamed Salah, Andy Robertson e Ibrahima Konaté deixaram lacunas enormes no elenco, mas ao mesmo tempo liberaram cerca de £35 milhões anuais em salários, dando margem para novos investimentos. Ainda assim, segundo o The Athletic, o plano é esperar a segunda metade da janela de transferências, já que a Copa do Mundo de 2026 atrapalha a preparação da pré-temporada e Iraola quer avaliar o elenco herdado antes de se comprometer com contratações pesadas.

As áreas mais urgentes são claras: o lateral-direito, já que Jeremie Frimpong não se firmou e o futuro de Joe Gomez é incerto; o meio-campo, que precisa de consistência para sustentar o estilo de pressão; e o ataque, fragilizado pela saída de Salah e pela lesão de Hugo Ekitike. Na defesa, apesar da saída de Konaté, o clube aposta em Jeremy Jacquet e Giovanni Leoni, mas a falta de experiência na Premier League pode reabrir essa necessidade.

A janela de transferências fecha em 1º de setembro, e até lá o Liverpool terá tempo para agir com calma. Richard Hughes e Michael Edwards lideram as negociações, com foco em construir algo novo e sustentável.

Em resumo: os grandes movimentos do Liverpool devem acontecer após a Copa do Mundo, quando Iraola já tiver clareza sobre quem pode entregar e onde estão as verdadeiras lacunas.





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