Texto por Colaborador: Redação 11/01/2026 - 16:00

As ausências de Mohamed Salah, Alexander Isak e Hugo Ekitike obrigaram o Liverpool a buscar alternativas improvisadas no setor ofensivo, o que gerou críticas do ex-atacante dos Reds, Michael Owen, sobre a utilização de Cody Gakpo como referência no ataque em longo prazo.

Salah está defendendo o Egito na Copa Africana de Nações, Isak segue em recuperação da fratura na perna sofrida no confronto contra o Tottenham no mês passado, e Ekitike ficou fora das duas últimas partidas por conta de uma lesão na coxa. A falta do trio deixou o Liverpool carente de velocidade e alternativas ofensivas, obrigando o técnico Slot a improvisar soluções.

Owen reconheceu a versatilidade de Jeremie Frimpong, porém fez um alerta sobre Gakpo não ser uma opção natural para a função de atacante central.

"Não, ele não pode jogar no ataque regularmente. Ele pode desempenhar uma função, e marcou um belo gol contra o Fulham."

"Mas houve uma ou duas ocasiões em que pensei que ele deveria ter feito algo mais. Ele pode ser um substituto adequado enquanto os jogadores estão lesionados, mas não é um atacante nato", afirmou Owen.

O ex-jogador da seleção inglesa ainda chamou atenção para as dificuldades enfrentadas pelo Liverpool ao improvisar seus atletas. Frimpong vem sendo escalado na ponta direita, enquanto Florian Wirtz tem atuado mais avançado, apesar de sua característica ser de um armador clássico.

"Então você está colocando alguns jogadores em posições que talvez não sejam as melhores para eles. Apesar de gastar algumas centenas de milhões em jogadores de ataque, é uma loucura. Mas é assim que as lesões acontecem. É o futebol, e eles terão que fazer o melhor possível", completou.

Owen demonstra otimismo quanto ao retorno dos desfalques: "Não acho que Mo Salah ficará afastado por muito tempo, e não acho que a lesão de Ekitike seja muito grave. Espero que seja apenas por um curto período."

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